Perfil

Origem: habita zonas pantanosas e pequenas correntes rasas do Gabão e Guiné Equatorial.

Temperatura da água: 21 - 24° C. Em temperaturas mais elevadas esta espécie perde parte da coloração e vive por menos tempo

pH: 5.5 - 7.0(6.2)

dH 4-14 (8)

Tamanho: até 5 cm..

Características: Peixe esguio, com a Aphyosemion striatum boca direcionada para cima. As costas são marrom alaranjadas. Os flancos têm uma multiplicidade de cores, tornando-se mais escuro próximo ao ventre. O corpo é marcado por cinco linhas pontilhadas vermelhas. A nadadeira dorsal é verde com duas listras vermelhas. A caudal tem muitas cores, como no corpo, e contém pontos e listras vermelhas. A borda da caudal e das peitorais é amarela. As nadadeiras anais e peitorais são azuis com marcas vermelhas. Os machos apresentam uma coloração intensa e linda quando cortejam as fêmeas. Podem ser intolerantes com outros da mesma espécie e provocá-los. Normalmente tímidos inicialmente, podem superar e vir para a frente do aquário, quando pensam receber alimento.

 

Dimorfismo sexual: machos são mais coloridos. As fêmeas são de um cinza desbotado com nadadeiras descoloridas. Por vezes a dorsal mostra uma borda negra, caso a fêmea decida se exibir para o macho. Os machos costumam ser um centímetro maiores do que as fêmeas.

 

Posicionamento: no fundo ou meio.

 

Aquário: um tanque medindo 40 cm com um volume de 20 litros é suficiente para um casal. Melhor que seja densamente plantado com uma cobertura de plantas flutuantes. Um substrato escuro e locais para que se esconda, com troncos e raízes, o deixam mais confortável. Cubra bem o aquário: a característica de bons saltadores é compartilhada com os demais killies que desovam em plantas. Não é incomum encontrar o seu peixe "desidratado" se você o alimentar e esquecer a tampa aberta.

 

A adição de 0.5% de sal é sugerida para evitar infecções. Isso pode ser obtido pela mistura de 4 colheres de sal para cada 40 litros. Uma troca parcial de 10% da água é conveniente.

 

Alimento: insetos vivos, drosophila, larvas de insetos, artêmia salina, tubifex, microvermes, ração em flocos.

 

Criação

 

Reprodução: incubação seca de cerca de 3 semanas a um mês, ou incubação molhada de 14 a 21 dias.

 

Veja alternativas de reprodução aqui.

 

As bruxinhas retiradas, se esse for o método adotado, podem ser colocadas em um recipiente plástico com a água do próprio aquário e deixadas para eclosão dos ovos, ou os ovos podem ser retirados e colocados em um recipiente menor, o que facilita o controle, embora implique em mais trabalho. Os ovos inférteis tornar-se-ão brancos em um dia ou dois, os demais produzirão filhotes em 10 ou 12 dias. Ovos inférteis devem ser retirados, para evitar a formação de fungos.

 

Cuidados

 

Não é boa prática a mistura de filhotes de tamanhos diferentes, pois que eles podem desenvolver canibalismo. Os filhotes mostram coloração de fêmeas até os dois ou três meses, quando se torna possível sexá-los.

 

Nem sempre há equilíbrio entre os sexos, há ninhadas com total predominância de machos.